Saúde, Alimentação e Exercícios
Saúde,
Alimentação e Exercícios
Luiz
Henrique Michelato
https://www.amazon.com/author/luizhenriquemichelato
A
obesidade se baseia numa condição patológica cujo peso corporal de um ser
humano homem varia entre 20 e 25% acima de sua capacidade física e esquelética.
No caso das mulheres essa taxa pode variar entre 30 e 35%, enquanto resultado
de um acúmulo excessivo de gordura por meio de um hábito compulsivo que
consiste entre comer e beber com bastante frequência, sobretudo em situações de
estresse. A obesidade não se destaca somente pela condição estética, como
também é extremamente perigosa para a saúde, sendo mais difícil de extirpá-la
durante a vida adulta e principalmente na velhice, de acordo com Barbanti
(2011).
A
obesidade é considerada uma doença crônica, definida como o acúmulo anormal ou
excessivo de gordura no corpo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). A
obesidade tem aumentado de forma epidêmica em todas as faixas etárias nos
últimos quarenta anos, o que consiste em um enorme problema de saúde pública no
mundo, conforme prevê o Ministério da Saúde (2023).
Agência Brasil (2024).
A
obesidade é considerada como algo multifatorial e que abrange várias dimensões
da vida dos sujeitos, se apresentando na alçada biológica, social, cultural
comportamental, no escopo da saúde pública e política. Tais características
estão definidas pela inatividade física, consumo excessivo de calorias e de
alimentos ultraprocessados, dificuldades com o sono, problemas endócrinos e
ambiente intrauterino, uso de medicamentos obesogênicos e status
socioeconômico, entre outros fatores. Bem como fatores genéticos, hormonais e
relacionados ao ambiente em que vivemos, e que tende a dificultar o processo de
emagrecimento.
Atualmente
cerca de 60,3% da população adulta no Brasil possui excesso de peso, o que
representa 96 milhões de pessoas, predominando com o público feminino com 62,6%
e no público masculino de 57,5%. No tocante a obesidade, os dados conferem
cerca de 25,9% da população, o que representa 41,2 milhões de pessoas adultas.
Os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (2020) estimam que cerca de 6,4 milhões
de crianças possuem excesso de peso e 3,1 milhões apresentam índices de
obesidade. O público adolescente apresenta 11 milhões de sujeitos com excesso
de peso e 4,1 milhões com obesidade.
Agência Brasil (2023).
Nesse
sentido, o que dizer sobre prevenção? Pois, a obesidade se relaciona com a
elevação do risco de doenças como as do coração, diabetes, hipertensão arterial
sistêmica, doença do fígado e vários tipos de câncer como o de colón, de reto e
de mama, problemas renais, asma, agravamento da covid, dores articulares, entre
outras, o que reduz a qualidade e a expectativa de vida.
Dessa
forma, é essencial que se articulem estratégias de promoção da saúde, medidas
de prevenção, diagnóstico precoce e cuidados com este público vulnerável e
doente, fortalecendo as políticas intersetoriais que devem promover ambientes e
cidades saudáveis ao aproveitar de maneira adequada e séria os espaços
esportivos e academias ao ar livre, não romantizando em hipótese alguma a
obesidade e demais doenças relativas.
É
imprescindível o tratamento e cuidado com
essas pessoas, de maneira multidisciplinar, integral e longitudinal, que
deve ocorrer de maneira individual, coletiva e transversal, considerando os
determinantes que abrangem este tipo de problemática, ao evitar a
culpabilização, estigmatização e discriminação do indivíduo e de sua família.
Vale ressaltar, que a perca de peso entre 5 e 10% é algo importante para uma
melhora considerável na saúde deste público, o que de certa forma reduz o
sobrecarregamento do Sistema Único de Saúde (SUS) ao promover saúde e qualidade de vida, bem como
conscientização e mudança dos hábitos diários de vida da população, ao
estimular uma forma de alimentação saudável e de prática de exercícios.
ABESO
(2026).
Em 2022,
uma em cada oito pessoas no mundo vivia com obesidade, de acordo com dados da
OMS (2025) demonstrando que a obesidade em adultos mais que dobrou desde 1990 e
entre adolescentes quadruplicou. Em 2022, 2,5 bilhões de adultos estavam com sobrepeso
e destes cerca de 890 milhões estão obesos. Cerca de 43% dos adultos estão com
sobrepeso e 16% estão obesos. Em 2024, 35 milhões de crianças estavam acima do
peso e mais de 390 milhões de crianças e adolescentes estavam com sobrepeso em
2022, bem como cerca de 160 milhões com obesidade.
Assim
sendo a obesidade é considerada uma doença crônica com interações entre genética,
neurobiologia, comportamentos alimentares, acesso a uma dieta saudável,
pressões e propagandas do mercado e o ambiente em geral. A obesidade expandiu
de acordo com mudanças na alimentação e na forma de sobrevivência, diante da falta
de atividade física e o comportamento social e individual que se fortalece pela
globalização e pelos sistemas alimentares industrializados, o que gerou
ambientes significativamente obesogênicos enquanto crise global de saúde pública,
com mais de 1 bilhão de pessoas vivendo com obesidade e com predominância crescente
em quase todas as nações.
O
autor (2026).
Para se
medir a obesidade, é necessário avaliar a composição corporal e o índice de
massa corporal entre peso, altura e idade, medindo a adiposidade, como a
circunferência da cintura para que se conclua o diagnóstico, o que pode variar entre
idade e sexo para com adultos, adolescentes, crianças e bebês. As causas para
tal problema se relacionam entre um desequilíbrio entre a ingestão de energia e
dieta e o gasto energético com atividade física. Destarte, a obesidade é considerada
uma doença multifatorial que se relaciona a fatores ambientais e psicossociais,
bem como a variantes genéticas, considerando o uso de medicamentos, doenças, imobilização,
procedimentos iatrogênicos, doenças monogênicas e síndromes genéticas.
Outros
fatores relacionados são oriundos do acesso a alimentos saudáveis e que são
produzidos de forma sustentáveis a preços acessíveis, a falta de espaços ou estímulo
a prática de atividade física, bem como a ineficiência dos serviços públicos no
tocante a identificação desta doença que pode ser constatada em estágio inicial.
Em 2021, cerca de 3,7 milhões de mortes ocorreram no mundo por Doenças não Transmissíveis
(DNT), como doenças cardiovasculares, diabetes, cânceres, distúrbios neurológicos,
doenças respiratórias crônicas e distúrbios digestivos.
Os
gastos com pessoas obesas tendem a chegar em USD 3 trilhões por ano até 2030 e
a mais de USD 18 trilhões até 2060, conforme prevê a OMS (2025). Neste sentido,
é crucial a existência de medidas de prevenção e gestão, controlando o ganho de
peso de acordo com a idade, altura e sexo, ao se apoiar em comportamentos e
hábitos saudáveis por meio da alimentação adequada e ajustada, atividade
física, sedentarismo e sono, limitando o uso de telas e do consumo de bebidas
açucaradas e de alimentos com alta densidade energética. É importante promover hábitos
alimentares saudáveis para que seja possível desfrutar de uma vida saudável com
alimentação adequada, atividade física, duração e qualidade do sono, evitando
tabaco e álcool, bem como a autorregulação emocional ao limitar a ingestão de gorduras
e açúcares totais. Assim sendo, é imprescindível aumentar o consumo de frutas e
vegetais, de leguminosas, grãos integrais, nozes e a prática regular de
atividade física.
Desta
maneira, os profissionais de saúde devem avaliar o peso e altura das pessoas
que utilizam os serviços de saúde, oferecendo aconselhamento sobre alimentação
e estilos de vida saudáveis, ao incluir dieta saudável e atividade física,
monitorando os fatores de risco relacionados as Doenças Crônicas não
Transmissíveis (DCNTs) como glicemia, lipídios e pressão arterial, bem como
problemas de saúde mental. Nesse aspecto, hábitos saudáveis devem ser
frequentemente estimulados. São necessárias ações multissetoriais nas áreas de produção,
marketing e preços dos alimentos, visando reduzir a pobreza e melhorando o
planejamento urbano. Outrossim, a atenção primária em saúde se torna
preponderante e imprescindível para que haja melhora das condições de vida
da população e da sociedade de forma geral.
É
importante mencionar sobre as academias ao ar livre existentes em vários
municípios brasileiros, que devem ser melhor utilizada, bem como outros espaços
como pistas de caminhada e quadras poliesportivas em completo abandono, que
igualmente devem ser estimuladas seu uso para que sejam prevenidas tais tipos
de doenças citadas ao longo do texto, sendo essencial que as autoridades
competentes trabalhem com seriedade e objetividade visando o bem-estar da
população por meio de alimentação saudável e exercícios físicos, implementando
equipes multiprofissionais para que seja efetivamente realizado este importante
trabalho para a sociedade, desafogando o Sistema Único de Saúde (SUS) em
doenças, e que realmente seja um sistema que promova a saúde e não somente a
doença, como ocorre no país. Pois, como diz o velho ditado popular: “é melhor
prevenir, do que remediar”, e o melhor remédio consiste em alimentação
adequada, saudável e exercícios regulares, promovendo um amplo acesso a
alimentos saudáveis que em sua grande maioria são produzidos pela agricultura
familiar e pela agroecologia, destacando os vegetais, frutas e verduras, o que
pode eliminar doenças de forma preventiva e o sedentarismo ou inatividade
física.
De acordo
com a Organização Mundial da Saúde (OMS) (2026) metade da população mundial
poderá sofrer com sobrepeso e obesidade até 2035, caso nada seja feito, o que
pode custar cerca de USD 3 trilhões por ano. Nesse sentido, a obesidade se
trata de um dos maiores desafios em escala global. A OMS juntamente com a
Federação Mundial de Obesidade trabalha em âmbito nacional e regional para
tratar essa doença que atinge bilhões de pessoas mundo a fora. Atualmente
vivemos na crise da obesidade que está atrelada a várias doenças não transmissíveis
e que são extremamente custosos aos cofres públicos, o que exacerba impostos e
custos de vida. A obesidade atinge pessoas de todas as classes sociais, o que
se desdobra numa epidemia planetária e se conecta a fatores ambientais e
psicossociais, além de variantes genéticas.
A
obesidade deve ser prevenida desde o início da vida até a vida adulta, através
de dieta, atividade física e cuidados adequados de acordo com as demandas que
se apresentam. A obesidade é uma doença crônica complexa, cujas causas são
compreendidas bem como as intervenções ideais para conter tal tipo de crise e
epidemia, evidenciadas de acordo com os ditames da ciência, porém, não são
implementadas, em benefício do lucro da indústria alimentícia e farmacêutica que
se aproveita da real fragilidade da população, por meio de um marketing e
propaganda massivos em torno de um compulsivo consumo por produtos altamente
industrializados, ultraprocessados, ricos em sódio e açúcares, bem como pelo
consumo progressivo e abusivo dos chamados alimentos “fastfoods”, que aliados a
inatividade física e ao uso intenso de telas, celulares e redes sociais, tendem
a se transformar numa epidemia doentia e profundamente nociva a saúde dos seres
humanos em todo seu processo de crescimento e desenvolvimento.
Durante
a Assembleia Mundial da Saúde, que ocorreu em 2022, os Estados-membros responsáveis
por fomentarem o Plano de Aceleração da OMS para conter a obesidade até 2030,
segundo a Agência Brasil (2024) estabeleceu determinados parâmetros. Tais
medidas visam estimular práticas saudáveis desde o primeiro dia de vida, com apoio
a amamentação, regulamentos sobre a propaganda de alimentos e bebidas para
crianças, políticas de alimentação e nutrição escolar, regulando a venda de produtos
ricos em gorduras, açúcares e sal nas proximidades das escolas, políticas
fiscais e de preços para promover dietas saudáveis, rotulagem nutricional, campanhas
de educação e sensibilização para dietas saudáveis e exercícios, promoção da atividade
física nas escolas, bem como a integração dos serviços e do trabalho de
prevenção e gestão da obesidade na atenção primária em saúde.
Atlas
Mundial da Obesidade (2025).
A
obesidade é um dos problemas mais graves de saúde que temos para enfrentar,
conforme prevê a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome
Metabólica (ABESO) (2026). Pois, números gritantes se apresentam
cotidianamente em torno da obesidade e dos péssimos hábitos que se observa em
sociedade. No Brasil, a obesidade cresceu 72% nos últimos treze anos, partindo
de 11,8% em 2006 para 20,3% em 2019. A obesidade atinge tanto homens como
mulheres, o que pode variar de acordo com o aumento da escolaridade. Ademais,
vale mencionar que 12,9% das crianças no Brasil entre 5 e 9 anos de idade
possuem obesidade, e cerca de 7% dos adolescentes entre 12 e 17 anos também
sofrem do mesmo problema.
O Atlas
Mundial da Obesidade 2025, mostra que há um crescimento global da obesidade, o
que se apresenta como um desafio recorrente. Nesse ritmo, até 2030 teremos
metade da população mundial com sobrepeso e obesidade, o que demonstra o quanto
é importante o trabalho de prevenção nessa esfera. Estudos revelam que a maior
parte dos países não estão preparados para lidar com essa problemática que mata
pessoas cotidianamente.
O estudo
indica que o acordo estabelecido em 2015 através dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) não ocorreu, tendo em vista a prevenção e o controle de Doenças
Crônicas não Transmissíveis (DCNTs) acerca da redução dos problemas
relativos à diabetes e a obesidade, bem como a redução de 25% na mortalidade
por doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas.
O alto índice de massa corporal está ligado a
cerca de 1,6 milhões de mortes prematuras por ano, portanto, vidas são
ceifadas anualmente por doenças que podem e devem ser tratadas e prevenidas
através de uma ampla mobilização social e de um profundo trabalho de
conscientização, conforme prevê o Conselho Federal de Nutrição (CFN) (2025).
O cenário é caótico e complexo, pois, a obesidade vem crescendo de maneira exponencial e as medidas tratadas são insuficientes para lidar com essa doença. No Brasil, em 2003 havia cerca de 12,2% da população com obesidade, em 2019 havia cerca de 26,8% e em 2025 a projeção é que 31% da população esteja com obesidade, se transformando em algo bastante preocupante e complexo. Contudo, a tendência é aumentar esse prognóstico até 2030 em cerca de 33,4% entre os homens e de 46,2% entre as mulheres. Caso continue essa inércia e incompetência dos organismos envolvidos, a tendência até 2044 é que 48% da população adulta sofra com a obesidade e outros 27% estejam com sobrepeso, ou seja, cerca de 75% da população brasileira estará com excesso de peso e obesidade, e pouco se faz no tocante a saúde pública e demais regulações necessárias junto ao setor privado que é corresponsável nessa situação destrutiva da sociedade e da população, e que tende a "romantizar" este assunto.
Diante desse cenário crítico, é fundamental que medidas sejam tomadas e que se criem ambientes que estimulem hábitos saudáveis, e que seja garantido o acesso a alimentos nutritivos e promovido a prática de atividades físicas, bem como a regulamentação da publicidade sobre alimentos ultraprocessados e que se ampliem as políticas públicas em torno da melhoria da sociedade, pois, tais medidas exigem esforço coletivo de empresas, governos, profissionais de saúde e da própria população para que haja ampla mobilização e seja revertido este quadro, pois, o futuro da saúde da população depende acima de tudo de nossas escolhas.
Não
devemos "romantizar" ou "glamourizar" a obesidade, pois, se trata de uma doença que
mata milhões de pessoas no mundo. Não é questão de preconceito, e sim de crítica
a este sistema mercadológico de compulsão pelo consumo, sobretudo de alimentos
prejudiciais à saúde humana e global. Segundo
a Federação Mundial da Obesidade (2025) são necessárias mudanças
estruturais para atingir o cerne deste problema, levando em conta os diversos
estudos realizados sobre o assunto, o que implica em sistemas falhos de saúde e
a uma lógica consumista de produtos ultraprocessados que são maléficos a saúde.
Contudo, vale ressaltar a exploração do trabalhador que em muitos casos possui
pouco tempo para preparar algum tipo de alimento saudável e fatalmente acaba
recorrendo a alimentos de péssima qualidade como os enlatados ou “fastfoods”,
sendo essencial discutir as bases estruturais deste tipo de sociedade que
condiciona os sujeitos a uma forma de escravidão moderna e sem limites.
Assim
sendo, é imprescindível mudar o sistema para que vidas mais saudáveis existam, e
que providências sejam tomadas pelos atores competentes e que a demagogia seja
extirpada nesse âmbito. A coletividade merece respeito diante da necessidade do
trabalho preventivo e proativo nos territórios, em torno de uma saúde pública
eficiente e que preze pelo profissionalismo, realmente cuidando da população, bem
como que haja a implementação de equipes multiprofissionais e diversas
articulações para tratar este problema e essa doença que pode ser
indubitavelmente evitada. Nossa vida vale muito!
REFERÊNCIAS
Agência Brasil. Obesidade cresceu em
crianças e adolescentes brasileiras na pandemia. 2023. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-11/obesidade-cresceu-em-criancas-e-adolescentes-brasileiras-na-pandemia. Acesso em 14/03/2026.
____________Uma em cada oito pessoas
no mundo é obesa, alerta OMS. 2024. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-03/uma-em-cada-oito-pessoas-no-mundo-e-obesa-alerta-oms. Acesso em 14/03/2026.
Associação Brasileira para o estudo da
Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO). Mapa da Obesidade. 2026. https://abeso.org.br/mapa-da-obesidade/. Acesso em 14/03/2026.
BARBANTI, V. J. Dicionário de
educação física e esporte. 3. ed. – Barueri, SP: Manole, 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Excesso
de peso e obesidade. 2023. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/promocao-da-saude/excesso-de-peso-e-obesidade. Acesso em 14/03/2026.
Conselho Federal de Nutrição (CFN). Dados
do Atlas Mundial da Obesidade 2025 revelam o crescimento global da obesidade e
os desafios para a saúde pública até 2030. 2025. https://cfn.org.br/24988/. Acesso em 16/03/2026.
Federação Mundial da Obesidade. Atlas Mundial da Obesidade 2025. https://data.worldobesity.org/publications/PBO---Atlas-Mundial-da-Obesidade---WOF-2025-PT-BR.pdf. Acesso em 16/03/2026.
Organização das Nações Unidas (ONU). Dia
Mundial da Obesidade realça 8 bilhões de razões para atuar contra a doença. 2026.
https://news.un.org/pt/story/2026/03/1852530. Acesso em 14/03/2026.
Organização Mundial de Saúde (OMS). Obesidade e sobrepeso. 2025. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight. Acesso em 14/03/2026.

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